terça-feira, 22 de outubro de 2013

Outros fatores da Educação.


            A situação da educação brasileira nunca foi a das melhores, porém alguns fatos/dados vem causando certo transtorno para a sociedade. Que os professores não ganham o que deveriam, que a infra-estrutura das escolas estão decaindo com o passar do tempo, e que o Governo não faz nenhum mero esforço para que esse cenário mude, todos nós já sabemos, no entanto, o que me levou a refletir sobre esse tema, foi os dados que colhi de uma revista, na qual a reportagem chama bastante atenção e o tornou interessante. De acordo com a pesquisa realizada, metade (50%) dos jovens entre 15 e 17 anos não está matriculada no ensino médio e o índice de abandono da outra metade subiu de 7,2% para 16,2% em 12 anos. Ou seja, dos 50% matriculados, apenas 33,8% se formam. Através desses dados, nós podemos concluir que o ensino médio é o maior desafio da educação do país. Alguns dizem que a quantidade de abandonos aumentou devido ao fato de o número de alunos também ter aumentado, mas o X da questão é que isso não justifica. A crise é inquestionável! Não podemos ficar parados sem fazer nada e batendo palma porque mais pessoas estão dentro da escola. E o pessoal que abandonou? Onde eles ficam nessa história? Eles dão várias justificativas para tal abandono: para ajudar a família/problemas familiares, problemas com professores/falta de professores nas escolas, trabalho, gravidez e, em alguns casos, seguir carreira artística. Onde está a escola nesse quadro para mostrar aos alunos a importância que uma sala de aula tem na vida deles? Onde estão a escola e os pais para tentarem fazer o jovem desistir dessa ideia e continuar sua vida acadêmica? Negligência? Os pais não observam isso? Permitem que os filhos prossigam com essa ideia? A maioria das pessoas criticam as escolas e os professores por deixarem de lado o aluno e esquecem-se da responsabilidade da família nessa questão. Um abandono significa que o País deixa de ter um profissional de nível médio com formação geral e um potencial profissional de nível técnico pós-médio ou de nível superior, com formação específica.

                                                                            Autor: Victor Maluko  

Fonte: Revista IstoÉ, 02/10/13                                  

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Uma breve história de amor...


Quando fecho os olhos, lembro-me de quando nos conhecemos. Lembro-me que vestia um lindo vestido azul que ia até os joelhos, do seu cabelo preso, rabo de cavalo, que balançava a cada passo que dava, da sua pele linda e perfumada. Recordo-me da sua voz suave, sussurrando em meus ouvidos, dizendo que me amava e que estava feliz ao meu lado. O que estava vivendo era um sonho e como todo sonho, uma hora ele acaba. Aconteceu da mesma forma como se acorda depois de uma noite maravilhosa de sono cuja não deseja despertar.
Era de noite e eu tinha acabado de pedir sua mão em casamento. Havia preparado tudo uma semana antes: o restaurante que ela mais gostava, a mesa na qual preferia sentar, o vinho que gostava de beber, que tinha de ser encomendado três dias antes da reserva, o hotel 5 estrelas, a BMW alugada. Tudo parecia perfeito e, de fato, estava. A lua cheia fez questão de aparecer para contribuir com o que iria acontecer em breve.
Ela estava deslumbrante neste dia como  nunca estivera. Esperando-a em frente a sua casa, ela ficou surpresa com a BMW. No início, não acreditava que eu tivesse alugado e perguntou-me se era uma ocasião muito especial para que fizesse aquela extravagância. Avistando o restaurante, ela me agarrou e deu um grito de felicidade. Ela realmente não sabia nem desconfiava o que estava por vir. Quando pedi a comida e o vinho que ela tanto gostava, ela disse que eu era o homem mais importante de sua vida e eu acreditei em suas palavras. Degustamos o jantar e aproveitamos o máximo da companhia um do outro. Chegou a hora de pedi-la em casamento. Tenso.
No restaurante, o fundo musical me impulsionou a fazer o pedido. Tocava "Eu sei que vou te amar" de Tom Jobim. O momento era perfeito e não dava mais para adiar. Aproximei-me dela, ajoelhei e me disse as palavras mais lindas que eu sabia, tive certeza que dissera a coisa certa quando ouvi a afirmação em seus lábios. Dei um pulo, a trouxe para perto de mim e a beijei. Naquele momento, eu era o cara mais feliz do mundo! Felicidade esta que duraria apenas 30 minutos.
Foi em um acidente de carro que a perdi. Um motorista bêbado atravessou a pista, acertando em cheio o banco do carona da BMW alugada. Não tinha como ela sobreviver e isto em consome por dentro até hoje. Não deram nenhuma chance para ela lutar pela sua vida. Hoje, o que me resta, são apenas lembranças daquela noite que ora foi o dia mais feliz da minha, ora foi o mais triste. Não tem como pensar em um sem imaginar o outro. E é em uma cadeira de rodas que lhes conto a minha breve história de amor.

Autor: Victor Maluko

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Uma escolha a tomar.


Muitas pessoas tentam definir, explicar e/ou elaborar uma tese sobre o amor. Talvez por ser algo intangível, muitas delas querem o transformar em algo tangível para facilitar e, quem sabe, criar uma regra para melhor compreendê-lo. Só esquecem que quando o assunto é coração, a razão nem sempre consegue se sobrepor. As atitudes amorosas revelam que a impulsividade é algo natural de quem está apaixonado. E que, nem sempre, esta mesma pessoa conseguirá medir o peso que seus atos tomados terão sobre sua vida. O grande problema é que as escolhas de hoje, podem e irão influenciar o seu futuro. Agir sem pensar é muito arriscado. No entanto, quem nunca cometeu uma loucura de amor? Será que não vale a pena se arriscar a tal ponto pela pessoa amada? Afinal, é ao lado dela que estará até o término de sua vida. Pelo menos é assim que deveria ser. Razão x Emoção, quem ganhará essa disputa. Uns alegam que devemos colocar a razão acima de tudo, pois com ela, somos capazes de tomar decisões acertadas, decisões estas que as emoções com certeza atrapalhariam e talvez nunca chegaria a tal. Por outro lado, a razão nos transforma em pessoas secas, frias e sem sentimentos. Já a pessoa que age com o coração é capaz de se sentir bem consigo mesmo, paz interior e mais feliz. Entretanto, segue o caminho que muitos julgariam sem rumo, desordenado e  focado demais, não nos seus objetivos, mas no da pessoa que convive ao seu lado. Achar um meio termo para isso nem sempre é tão fácil quanto parece. Nossa mente geralmente entrará em conflito com o bombeador de sangue, isto já se tornou praticamente uma regra e nesse embate, não tem nenhum vencedor. As únicas coisas que há, são as escolhas que as pessoas terão que fazer de acordo com aquilo que acharem melhor para elas. Como tudo na vida há pós e contras, isso não seria diferente em relação a esse duelo. Como dizia Newton: "Toda ação, gera uma reação". Cabe a nós escolhermos qual ação é melhor para nós e a reação que menos nos gera impacto.

Autor: Victor Maluko

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Centavo por centavo...


O ministro Gilberto Carvalho, após reunião de governo, deu entrevista dizendo que não entende as razões da manifestações de protesto de ontem. O Jô soares mais tarde se encarregou de explicar centavo por centavo as razões do surto da galera. Será que agora entenderão?

Jô explica:

"Pra quem não entendeu ainda: os vinte centavos, um por um:

0,01 - a corrupção
0,02 - a impunidade
0,03 - a violência urbana
0,04 - a ameaça da volta da inflação
0,05 - a quantidade de impostos que pagamos sem ter nada em troca
0,06 - o baixo salário dos professores e médicos do estado
0,07 - o alto salário dos políticos
0,08 - a falta de uma oposição ao governo
0,09 - a falta de vergonha na cara dos governantes
0,10 - as nossas escolas e a falta de educação
0,11 - os nossos hospitais e falta de um sistema de saúde digno
0,12 - as nossas estradas e a ineficiência do transporte público
0,13 - a prática de troca de votos por cargos públicos nos centros de poder que causa distorções
0,14 - a troca de votos da população menos esclarecida por pequenas melhorias públicas (pagas com dinheiro público) que coloca sempre os mesmos nomes no poder
0,15 - políticos condenados pela justiça ainda na ativa
0,16 -  os mensaleiros terem sido julgados, condenados e aina estarem livres
0,17 - partidos que parecem quadrilhas
0,18 - o preço dos estádios para a copa do mundo, o superfaturamento e a má qualidade das obras públicas
0,19 - a mídia tendenciosa e vendida
0,20 -  a percepção que não somos representados pelos nossos governantes.

Se precisarem, tenho outros vinte vcentavos aqui, é só pedir."

terça-feira, 16 de abril de 2013

Saudades...


Trancar o dedo numa porta dói.
Bater com o queixo no chão dói.
Torcer o tornozelo dói.
Um tapa, um soco, um pontapé, doem.
Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua,
dói cólica, cárie e pedra no rim.
Mas o que mais dói é a saudade.

Saudade de um irmão que mora longe.
Saudade de uma cachoeira da infância.
Saudade de um filho que estuda fora.
Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais.
Saudade do pai que morreu, do amigo imaginário que nunca existiu.
Saudade de uma cidade.
Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa.
Doem essas saudades todas.

Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama.
Saudade da pele, do cheiro, dos beijos.
Saudade da presença, e até da ausência consentida.
Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá.
Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde.
Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã.
Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor,
Ou quando alguém ou algo não deixa que esse amor siga,
Ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é basicamente não saber.
Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio.
Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia.
Não saber se ela ainda usa aquela saia.
Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu.
Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania
de estar sempre ocupada;
se ele tem assistido às aulas de inglês,
se aprendeu a entrar na Internet
e encontrar a página do Diário Oficial;
se ela aprendeu a estacionar entre dois carros;
se ele continua preferindo Malzebier;
se ela continua preferindo suco;
se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados;
se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor;
se ele continua cantando tão bem;
se ela continua detestando o MC Donald's;
se ele continua amando;
se ela continua a chorar até nas comédias.

Saudade é não saber mesmo!
Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos;
não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento;
não saber como frear as lágrimas diante de uma música;
não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer.
É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos por isso...
É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela.
Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer;

Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo e o que você,
provavelmente, está sentindo agora depois que acabou de ler...

                                                                      Autor: Miguel Falabella

segunda-feira, 8 de abril de 2013

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Família no parque de diversão.


              Que dia maravilhoso para a família Silva. O dia mais esperado do mês pela criançada. A mãe sorrindo a toa e o pai resmungando, sabendo que seu bolso irá coçar e nem adianta colocar um caranguejo dentro. É dia de ir para o parque de diversão com a família!
            Todos dentro do carro com aquela alegria contagiante. A pirralhada gritando, pulando e perguntando a cada 5 minutos se o parque já havia chegado; a mãe pede para as crianças sossegarem, sorrindo, com os olhos brilhando ao ver a felicidade de seus filhotes. O pai, por sua vez, bufando e xingando mentalmente, perguntando-se com ele pode aceitar esse passeio que sua esposa o propusera, mas logo se lembra de que ela o embebedou primeiro antes de chama-lo.
                No meio do caminho, eles são obrigados a parar num posto de gasolina, visto que o tanque do carro encontrava-se quase vazio. Enquanto o marido espera o frentista atende-lo e “completar”, a esposa leva as crianças na loja de conveniência para comprar alguns doces a fim de acalmar, um pouco, os ânimos dos pequenos. É nesse momento que as pestes veem uma grande oportunidade de fazer as suas famosas manhas para conseguirem muito mais do que apenas alguns docinhos.
                Saindo da loja, o homem depara-se com a mulher com duas sacolas completas de biscoitos, doces, balas, chicletes, entre outras guloseimas, tudo por que ela não conseguiu conter as 3 pestes berrando em seu ouvido lá dentro. “Assim meu dinheiro vai embora muito antes de chegar na droga do parque”, pensou.
                Partiram do posto de gasolina percebendo que o tempo começara a mudar. O caminho estava calmo, tranquilo quando, de repente, um cachorro invade a pista e o motorista para não atropelá-lo, desvia o carro para a área de escape, onde tristemente fura o pneu. Para sorte a família, isso se podemos chamar de sorte, há um step no carro e um macaco. Enquanto o cabeça da família realiza a troca, a criançada fica agitada e a mãe tenta acalmá-los com os produtos que sobraram das duas sacolas, que no final das contas, acaba sendo em vão. Até que em um determinado momento, a leoa resolve soltar seu rugido e seus filhotes se escondem e nem um pequeno e curto miado é ouvido.
                Finalmente, o leão termina a tarefa e retorna para o seu veículo para continuar a jornada. No entanto, depois de 3 minutos de direção, outro pneu estoura e eles se veem, mais uma vez, no acostamento da estrada. Porém, dessa vez a situação se agrava, já que o step foi utilizado e as sacolas da loja de conveniência encontram-se vazias. A única solução a se tomada neste momento é ligar para o reboque e esperar. Por ironia do destino, o tempo fecha de vez e começa a chover forte, com direito a trovoada e relâmpagos. Uma hora depois, a chuva resolver deixa-los em paz e parte em direção ao sul da região.
                Com essa confusão toda e esse tempo todo perdido, a mãe resolve urinar ali perto, já que não consegue mais segurar sua necessidade, e o marido resolve acompanha-la para fazer aquela “parede”. Na hora em que a mulher se abaixa e o homem fica em pé na sua frente, passa uma viatura da polícia e observa a cena. Quando o casal volta ao carro, são abordados por dois policiais pedindo explicações. Eles até tentam se explicar, mas um dos policiais não acredita na incrível e fabulosa história contada pelo casal, cheia de acontecimentos e coincidências terríveis e resolvem leva-los para a DP. O marido é autuado por possuir nível alcóolico acima do permitido, visto que ele bebeu duas latinhas de cerveja enquanto caía aquele dilúvio, mesmo a mulher protestando.
                Para alegria da nação, tudo fica resolvido e bem explicado. Todos voltam para casa, frustrados, pois não conseguiram sequer avistar o parque. Mas digamos que o parque realmente não teve, mas a diversão...
               
Autor: Victor Maluko

segunda-feira, 1 de abril de 2013

A invenção chamada computador

    Muitas vezes nos perguntamos como o ser humano foi capaz de criar esta máquina espetacular, na qual chamamos de computador. Fios, placas, telas, monitores, teclados e muitas outras combinações complexas a primeiro momento, porém agora descobrimos a verdadeira história do surgimento do PC

   

Aquele menino...

Aquele menino, 
De cabelo bagunçado pelo sono,
De pés descalços,
De espírito inquieto, geminiano, 
Inquieto, choramigando, 
Xingando, chorando, 
Perturbando,
Olhando o tempo de cima, 
Em cima dos galhos da pitangueira, 
Pra sentir-se em cima,
Por cima de tudo, 
Acima de todos, no alto,
Só pra fazer de conta que é alto.
Peralta, a escalada mais alta,
Pra sentir-se na vida alguém
Um pouquinho mais importante
Pra quem não é ninguém. 
Pra ver lá de cima o mundo, 
Aquele mundo, os normais, 
Daqueles que seguem o ciclo da vida.
A natureza dos mais fortes,
E ele apenas um menino descalço,
Sem dinheiro, sem voz ativa,
Sem algodão-doce, sem doce,
Sem algodão na ferida,
Sem mais sem menos, 
De coração doído, rústico, 
Acelerado pelo vento.
O vento do amor, que lhe faltou
Que não se fez depois, amor, 
Que já se foi, que virá, que está,
Que era, e que sempre será...

                                                                                                  

terça-feira, 26 de março de 2013

Colisão

"Não se engane - o dia do acerto de contas sempre chega pontualmente. Podemos ignorar o rochedo que se aproxima, mas não podemos ignorar a colisão."
Diário de Beth Cardall 

A arte de julgar...

Todo ateu é intolerante
Todo negro é bandido
Todo pastor é ladrão
Todo religioso é alienado
Todo padre é pedófilo
Todo rockeiro é drogado
Todo gay é promiscuo 
TODO IDIOTA PENSA ASSIM!

segunda-feira, 25 de março de 2013

Confissões...


      Quando estou pensando nela, sempre me pego sorrindo. Não sei o que está acontecendo comigo. Os meus melhores momentos são aqueles em passo ao lado dela. Será que estou ficando apaixonado? Não pode ser! Jurei à mim mesmo que isso nunca aconteceria de novo. Já me machuquei demais com essa história de amor. Não quero mais sofrer! Será que ela seria capaz disso? Não quero pensar. Não quero pensar! É inevitável... Por que ela não sai de minha mente? Terei que fazer lavagem cerebral? E se nem isso adiantar? Tantas perguntas... apenas uma resposta: Estou apaixonado! Amo-a com todas as minhas forças e, ainda assim é muito pouco. Meu coração pula, corre, gira, dá cambalhotas, quando resolvo encarar de frente meus sentimentos. Quero confessar para todos o tamanho do meu amor por ela. Preciso dizer isso à ela. Porém, é tarde demais. Ela já... Está com outro alguém que a deseja e a faz sorrir. Quanto tempo eu perdi fazendo-me tantas perguntas. Por que ela não me esperou? Ela não sabe que cada um tem seu tempo? Talvez o meu tempo foi tempo demais para o tempo dela. O que me resta agora? Sentar, chorar e lamentar? Não! Eu vou à luta rapaz, pois esse coração nunca há de parar de bater por ela. E se algum dia ele parar de bater, é porque eu desistir de lutar pelo amor da minha mulher amada.

Autor: Victor Maluko


quarta-feira, 20 de março de 2013

O olhar de diferença...

            Por que sempre nos preocupamos em reparar os outros? Ou pior, só olhamos os defeitos! Nós temos o costume de falar mal de pessoas que não se enquadram na nossa "filosofia" de falar, de se vestir, de se comportar. Achamos que estas pessoas não são dignas de frequentar o mesmo meio que o nosso. No entanto, quem são os estranhos, nós ou eles? Eu ou você? Cada um é diferente do outro, porém, na essência da existência, somos todos seres humanos. Portanto, devemos parar de reparar as pessoas e passar a olhar para nós mesmos e nos nossos comportamentos. Ah, e se mesmo assim continuares a fazer a mesma coisa, por favor, direcione seu olhar para o lado positivo, ok?! O mundo agradece!

Autor: Victor de Castro

sexta-feira, 15 de março de 2013

Uma breve historinha...


Sonho X Realidade

            A vida não seria muito melhor se a nossa realidade fosse sempre assim? Tudo colorido, bonito e em paz. Espera... por que ela não é assim? Ah sim, por nossa própria culpa. É lamentável e dolorido lembrar-se disso... Será que é possível viver dentro de sonhos? Pelo menos durante a nossa vida aqui na Terra, já que ninguém sabe o que existe depois da morte, não é mesmo?! Infelizmente esse nosso momento de felicidade apenas dura no máximo 8 horas por dia, porém já é alguma coisa. Quando abrimos os olhos, voltamos para a triste realidade, onde esse imagem linda, colorida e prazerosa de olhar, se transforma em

Autor: Victor Maluko

Amante diferente...

    
        Como vocês imaginam que esse vídeo será? Ih, nem percam seu tempo pensando nisso, pois garanto a vocês que nada do que vocês imaginarem vai estar dentro deste vídeo. É melhor assistir mesmo!

terça-feira, 12 de março de 2013

Qual é o meu problema?


            Uma pergunta simples que deveria ter uma resposta simples, porém é muito complexa a meu ver. Será que eu possua distúrbio só porque quero descobrir a fórmula da felicidade? Será que tenho uma mente problemática pelo simples fato de desejar mais amor neste mundo? Será que almejar a paz mundial é ter problema mental? Se as respostas para tais perguntas forem positivas me internem, por favor! Não quero viver em um mundo onde é normal uma pessoa ser violentada, assaltar uma velhinha que acabou de retirar sua aposentadoria, um senhor de idade abusar de uma criança de 10 anos. Quero viver na minha ilusão, pois não há pessoas abandonadas em hospitais onde a calamidade reina, não há bandidos disfarçados de policiais que exploram os cidadãos, políticos que sofrem com amnésia... sempre esquecendo de cumprir suas promessas. A vida no hospício não é nada ruim. Posso ser quem eu quiser, na hora e onde eu quero. E nesse exato momento eu desejo ser o “super homem” para acabar com tudo isso, pois eu vivo de ilusão, mas há pessoas que estão presas na dura e cruel realidade...

Autor: Victor Maluko

sábado, 9 de março de 2013

Isso que é um comercial...

       
             Todos comerciais não poderiam ser assim? Garanto que nninguém levantaria do sofá para beber água, ir no banheiro ou conferir se o feijão está queimando. Muito pelo contrário, a hora do intervalo, seria aquela da novela, do filme, do seriado, etc. As propagandas seriam as principais atrações da televisão! Curtam, aproveitem e não esqueçam de compartilhar!